Sexta 'a tarde, no trabalho, recebo um mail da menina a pedir-me que lhe compre coisas de gaja. Saio do trabalho e passo na pharmacy, que e' uma espe'cie de supermercado-farma'cia (um conceito que faria os lobbies farmaceuticos portugas tremer como varas verdes). Atordoado pelo fim de 12 dias ininterruptos de trabalho, o meu cerebro congestionado por linhas de secçoes aureas, rodapes e cornijas proporcionais, janelas de 3 por 5, la' encontro o pacote pretendido, pego nele e dirijo-me para a fila, sem mais nada na mao - e' que nem conseguia raciocinar bem, so' queria era ir para casa.
A senhora da caixa ficou mais envergonhada que eu, quando lhe dei aquilo para a mao. Primeiro fez de conta que nao viu. Depois disparou, friamente:
-You must love her, you must really love her. That's love!
So' ai' e' que me dei conta. Ri-me, paguei e meti aquilo na mochila.
30 de janeiro de 2006
e' o amor
posto pelo Alexandre às 20:24
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2 comentários:
you must really...
É o que dá seres um crominho obediente!...
Mas também acredito que depois de 12 dias assim, já olhasses para a embalagem dessa "coisa de gaja" e procurasses secções áureas...
Tirei uma folga do meu blog...vê lá se não cedes à tentação da preguiça tu também!
Abraço
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